sexta-feira, 18 de abril de 2008

Crônica 08 – Reis de Israel

Saul – Primeiro rei de Israel. Seu pai chamava-se Quis da tribo de Benjamin. Reinou de 1031 a 1011 a.C. Reinou 20 anos. I Samuel capítulos 9 e 10.

Davi – Segundo rei de Israel. Seu pai chamva-se Jessé da tribo de Judá. Davi era natural da cidade de Belém da Judéia ou Efrata. O nome Davi significa “amado”. Reinou 40 anos, de 1011 a 971 a.C. I Samuel 16.

Salomão – Terceiro rei de Israel. Era filho do rei Davi com Bate-Seba (mulher do general Urias que Davi mandou para a frente de batalha a fim de ser morto e ele ficar com ela). Reinou 40 anos, de 971 a 931 a.C. I Reis cap.2.

Roboão (Reoboão) – Filho do rei Salomão. Assumiu o trono como o quarto rei de Israel, mas logo no início do seu reinado houve a separação das tribos, formando o Reino do Norte ou Israel com 10 tribos e o Reino do Sul ou Judá com duas.

Jeroboão – Primeiro rei de Israel após a separação das tribos. Jeroboão era servo do rei Salomão. Reinou 21 anos, de 931 a 910 a.C. I Reis 11.43.

Nadabe – Filho do rei Jeroboão. Reinou apenas 1 ano de 910 a 909 a. C. pois foi morto por Baasa. I Reis 14.20.

Baasa – Filho do profeta Aías. Matou o rei Nadabe e apossou-se do trono. Reinou 23 anos de 909 a 886 a. C. I Reis 15.16.

Elá – Filho do rei Baasa. Do mesmo modo que seu pai Baasa matou o rei Nadabe, ele também foi morto pelo seu servo Zinre. Reinou apenas 1 ano, de 886 a 885 a. C. I Reis 16.6-8.

Zinre – Matou o rei Elá mas seu reinado durou pouco tempo porque o povo jamais se conformou com a sua atitude e através de pressão e coação, fê-lo se suicidar e colocou Onri em seu lugar. Reinou apenas 7 dias do ano de 885.a.C.

Onri – Devido ao suicídio de Zinre, o povo o colocou no trono. Reinou de 881 a 874 a. C.. De 885 a 881 a. C. um co-regente ficou no seu lugar. Reinou então sete anos. I Reis 16.16-28.

Acabe – Filho de Onri. Sua esposa chamava-se Jezabel. Reinou de 19 a 21 anos entre os anos de 874 a 853 a. C. I Reis 16.28-34.

Acazias – filho de Acabe. Morreu proveniente de uma queda e por isso mesmo reinou apenas 1 ano de 853 a 852 a.C. I Reis 22.40 e II Reis 8.24-29 e 9.27.

Jorão – Era irmão do rei Acazias e como este não deixou herdeiro, ele assumiu o trono de 853 a 841 a.C. Foi morto por Jeú. II Reis 1.17 e 8.29.

Jeú – Era capitão do exército do rei Jorão. Foi ungido rei por ordem do Senhor. Matou Jorão, Jezabel, os 70 filhos do rei Acabe e todos os profetas de Baal. Reinou 30 anos de 841 a 814 a. C. II Reis 9.1-37 e 10.1-14.

Jeocaz – Filho de Jeú. Reinou 14 anos de 814 a 798 a. C. II Reis 13.1-9.

Jeoás – Filho de Jeoacaz. Reinou 15 anos de 798 a 782 a. C. II Reis 13.9-13.

Jeroboão II – Filho de Jeoás. Reinou 29 anos de 782 a 753 a. C. e mais 11 anos de 793 a 782 a.C. como co-regente no reinado de seu pai Jeoás. II Reis 13.13.

Zacarias – Filho de Jeroboão II. Reinou apenas 1 ano (de 6 meses a 1 ano) porque foi morto por Salum – de 753 a 752 a.C. II Reis 14.29 e 15.8-12.

Salum – Matou o rei Zacarias mas foi morto também por Manaem. Reinou apenas 1 mês no ano de 752 a. C. II Reis 15.8-16.

Manaem – Conspirou e matou o rei Salum. Reinou 10 anos de 752 a 742 a. C. II Reis 15.12-22.

Pecaías – Filho de Manaem. Foi morto por Peca. Reinou 2 anos de 742 a 740 a.C. II Reis 15.22-24.

Peca – Era capitão do rei Pecaías. Matou o rei e reinou de 740 a 732 a.C. com rei e de 752 a 740 a. C. como co-regente de Manaem e Pecaías. Reinou 20 anos. II Reis 15.25-28.

Oséias – Conspirou e amtou o rei Peca. Reinou 10 anos de 732 a 722 a.C. II Reis 15.30 e 17.1-2.A invasão por parte da Assíria começou no reinado de Peca e seu concretizou inteiramente no de Oséias, findando assim o Reino do Norte ou Israel em 721 a.C.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Crônica 06 – Outros Livros da Bíblia

Josué – Acredita-se que foi Josué o autor do Livro, embora haja estudiosos que discordem. Josué tinha duas missões principais: ocupar a Terra Prometida e dividi-la entre as Tribos de Israel. No Êxodo Josué tinha 40 anos, com mais 40 que passou no deserto fez 80 anos de idade ao entrar em Canaã. Viveu mais 30 anos, morrendo aos 110 com a consciência tranqüila pelo dever cumprido ao lado de Moisés.

Juízes foram personagens que, depois da morte de Josué até a implantação do Reino (do século XII ao XI a.C) libertavam o povo das mãos do inimigo em ocasiões especiais. Quando uma ou algumas tribos estavam sendo hostilizadas ou atacadas pelos inimigos de Israel, todas as tribos se reuniam sob o comando de uma pessoa escolhida por Deus (Juiz). O período dos juízes durou 330 anos. O livro foi escrito (iniciado) nos primeiros anos do reinado de Saul e terminado antes do sétimo ano do reinado de Davi. O autor foi Saul ou Davi (não se tem certeza absoluta).

Rute – É uma história comovente e cheia de graça. É um drama em dois gêneros literários: narrativo e diálogo. São apenas quatro capítulos que resumimos assim: Rute acompanha a sua sogra Noemi que volta de Moabe para Belém, sua terra natal – Rute na respingadura – Rute passa a noite na eria de Boaz – As núpcias de Boaz e Rute. Da união entre eles saiu o rei Davi, o que valoriza muito este pequeno e grande Livro. Não se sabe quem foi o autor de Rute nem quando foi escrito.

Samuel – Os dois livros trata de Samuel, Saul e Davi. Suas lutas, suas vitórias e derrotas, suas fraquezas, suas virtudes e seus reinados em um período de 150 anos (de 1120 a 970 a.C).

Reis – Como o próprio nome indica, os dois livros tratam dos reis de Israel e Judá após a morte do rei Salomão. A seqüência imperial dos dois reinos foi interrompida com as invasões da Assíria e Babilônia.
Não se tem certeza quem foi o autor. Deve ter sido escrito entre 560 a.C e 538 a.C.
O Reino do Norte ou Israel durou dois séculos – de 930 a 730 a.C.
O Reino do Sul ou Judá durou quatro séculos – de 1010 a 586 a.C.
Crônicas – Trazem genealogias e atuações dos Reis de Israel e Judá. São livros paralelos aos Livros de Reis.

Esdras – Esdras era sacerdote e escriba hábil na Lei de Moisés. Subiu da Babilônia para Jerusalém com a primeira leva dos cativos para reconstruirem a cidade.

Neemias – Neemias era um judeu que estava na Babilônia. Era copeiro do rei Artaxerxes e foi enviado para reconstruir os muros de Jerusalém.

Ester – Era uma moça judia que se tornou rainha ao casar-se com o rei Assuero da Pérsia. Entendemos que aquele casamento veio da parte de Deus para proteger o Seu povo sob a dominação persa.

Jó – Este livro nos mostra que às vezes os justos sofrem sem culpa alguma, mas no final, provada a sua inocência, sua fé em Deus, sua dependência de Deus; Ele recompensa o Seu filho fiel. O objetivo da obra é mostrar a solução e o consolo para os que sofrem injustamente pelo amor a Deus. A cena ocorreu entre a Iduméia e a Arábia.

Salmos – Cânticos sagrados que os hebreus (também gregos e latinos) intitulam como hinos poéticos religiosos em forma de orações e louvores a Deus. A coleção desses hinos é conhecida como Saltério.
Distinguem-se pelos nomes dos autores: Davi, filhos de Coré, Asafe. Há no Saltério Salmos de autores anônimos.
O Saltério foi se formando aos poucos, desde 1000 a 400 a.C. No Saltério encontramos Salmos que atendem todas as circuntâncias da vida humana.

Provérbios – Sentenças filosóficas breves e conceituosas que sob forma sutil e geralmente figurada, ditam ensinamentos úteis para a vida. O rei Salomão foi o autor do Livro.

Eclesiastes – Eclesiastes significa “reunir, convocar” (reunião, convocação). O livro todo é cheio de suavae colorido de serena melancolia e profunda compaixão pelos sofrimentos humanos. Nos convoca a ter uma fé inabalável em Deus e na Sua ação no universo e na sociedade humana.
Cantares – Pequeno poema entre lírico e dramático (um idílio de amor) espiritual entre Deus e o Seu povo representados por dois persongagens (a sulamita e um jovem pastor). Chama atenção para a fidelidade que devemos ter para com Deus e desprezando o pagnismo. Deus chama a atenção de Israel para não se deixar levar pelo poderia da Assíria, Egito, Grécia com os quais Israel estava em contato quase contínuo.

Deus abençoe a todos.

domingo, 6 de abril de 2008

Crônica 05 – A Chamada de Moisés – Êxodo 3

V 10 – Deus chama Moisés para tirar o seu povo do Egito. O que estava o povo de Deus fazendo no Egito? Vamos juntos acompanhar os passos dos hebreus começando com José em Gênesis 37-50 e terminando com Moisés em Êxodo 1 e 2. Vemos em Êxodo capítulo 2: O Nascimento de Moisés, O Homicídio, A Fuga e Morte de Faraó.

Moisés morou 40 anos com os midianitas e aprendeu muitas coisas que foram úteis quando teve que liderar os israelitas no deserto como: relevo geográfico, trilhas, oásis, fontes. Os midianitas eram parentes distantes dos hebreus conforme Gênesis 25.2. É provável que os midianitas mantiveram contato com a tribo de Judá e falaram sobre Deus Jeová para Moisés; haja vista que o sogro de Moisés era um sacerdote.
V. 1-9 Moisés apascentava o rebanho de seu sogro quando Deus apareceu a ele, isto é, Deus se revelou a Moisés. Moisés sabia muito pouco sobre os israelitas, pois for a criado na corte de Faraó. O livro de Gênesis e os dois primeiros capítulos do livro de Êxodo foram revelados por Deus a Moisés. Ele até se assustou quando Deus disse tudo sobre ele: tribo, pai, mãe, irmãos.
V. 10 Após a narração, Deus disse para Moisés: “Agora que você, Moisés, está ciente de tudo; Eu preciso de você. Quero que você, juntamente com o seu irmão Arão, liberte o Meu povo do cativeiro e leve-o até a Palestina, sua pátria”.

V. 11 Moisés relutou por ser uma tarefa muito difícil. Ele achava que não estava capacitado para um empreendimento tão grande.

V. 12-17 Deus deu todas as coordenadas, todas as explicações a Moisés.

V. 18 e assim finalmente Moisés partiu para o Egito. A tarefa foi árdua, mas ele conseguiu porque seguiu as instruções de Deus.

Alguns teólogos dizem que os faraões opressores foram: Totmés III (1500-1450 a.C) e Amenófis II (1447-1420 a. C). Ambos eram da XVIII Dinastia.

Outros teólogos afirmam que os faraós opressores foram Ramés II (1295-1225 a. C) e seu sucessor Menefta (1225-1215 a.C), ambos da XIX Dinastia. Todos os teólogos estão de acordo que foi o Faraó Menefta que autorizou a saída dos israelitas do Egito após muita resistência.

Há a Chamada Geral e a Especial. A Geral é aquela que Deus chama toda a humanidade para segui-lO e a Especial é aquela em que Deus escolhe pessoas já regeneradas para um trabalho específico.

Moisés escreveu cinco livros chamados de Pentateuco de Moisés. Ei-los:

Gênesis: Origem ou princípio de tudo que existe no Universo. Narra outros fatos também.

Êxodo: Narra a saída do povo de Deus do Egito e outros fatos interessantes. Foi escrito entre 1292 e 1225 a.C.

Levítico: Trata quase que exclusivamente dos deveres sacerdotais. Como a tribo de Levi era a tribo dos sacerdotes, o nome do livro é uma homenagem àquela tribo. Contém muitas leis.

Números: Recebeu esse nome por causa da contagem ou recenseamento dos israelistas no deserto.

Deuteronômio: Significa Segunda Lei. Além das leis novas, há complementos, esclarecimentos e modificações para as leis anteriores contidas nos outros livros anteriores. Temos também a preparação para a entrada na Palestina, eleição de Josué, despedida de Moisés, suas bênçãos proféticas e sua morte.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Crônica 04 – A Chamada de Abraão – Gênesis 12.1-9


Os povos antigos descenden- tes dos três filhos de Noé povoaram a Terra e foram divididos em tribos ou nações, tendo cada uma delas as suas próprias leis, costumes, idiomas, deuses, religiões e seus conceitos sobre Deus Jeová. Tornaram-se politeístas, tendo deuses paralelos, como fazem muitos seguimentos religiosos hoje em dia.

A Promessa de Deus feita ao homem tinha que ser cumprida. O Messias tinha que vir ao mundo redimir o homem pecador. Qual nação estava em condições de receber Jesus Cristo? No seio de qual nação Cristo poderia nascer? Nenhuma preenchia os requisitos necessários. Mas nem tudo estava perdido. Deus encontrou um homem na Caldéia, descendente de Sem (um dos filhos de Noé), chamado Abraão, que era reto aos olhos de Deus.

V.1-3 Jeová Deus mandou que Abraão deixasse a sua terra, a sua parentela e fosse para uma terra distante mil quilômetros e lá formar uma grande nação. Uma nação santa, separada do mundo, escolhida para o Redentor da humanidade nascer no seio dela. A chamada de Abraão aconteceu em Ur dos caldeus, conforme vemos no capítulo 11 de Gênesis versos 31 e 32 e em Atos dos Apóstolos 7.1-4. Depois foi renovada em Harã onde Tera (pai de Abraão) se estabeleceu e não quis seguir viagem para Canaã. Abraão, provavelmente, havia influenciado o seu pai a viajar para Canaã quando estavam em Ur, mas ao chegar a Harã, Tera desistiu. Como Tera estava muito velho, Abraão permaneceu ao seu lado até o seu falecimento.

V. 4-9 Harã da Mesopotâmia era uma cidade edificada pelos reis da Babilônia onde Abraão morou alguns anos e convenceu algumas pessoas a aceitar a sua causa e seguir com ele para Canaã. Uma comunidade religiosa já estava começando.
Em Siquém havia uma santuário cananeu. Como Abraão não endossava a adoração pagã ali executada, ele construiu um novo altar nesse lugar sagrado. Deus estava dando a Abraão uma terra já ocupada pelos cananeus. Como poderia a terra tornar-se dele? Pela fé Abraão deixou a sua terra e agora, ao chegar à Terra Prometida, ela estava ocupada. Mais uma vez a sua fé estava sendo testada. Ele ficou mais tranqüilo quando Deus informou que ia dar a terra aos seus descendentes.
Sugiro aos meus irmão e amigos que continuem com Abraão até o capítulo 25 e possam conhecer melhor o patriarca do povo hebreu e a fé deste homem maravilhoso formador do “povo de Deus” a quem a humanidade deve se render e tê-lo como ponto de partida para a redenção da humanidade através de Jesus Cristo.Deus abençoe a todos em nome de Jesus.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Crônica 03 – Os Povos da Terra – Gênesis 5 – 10


5 Os descendentes de Adão e Eva povoaram a região próxima ao Jardim do Éden onde se localizam o Iraque e o Irã atualmente.
6-9 Diante da corrupção humana, Deus resolveu exterminar toda a humanidade e seres viventes, através do dilúvio. Dentre todos os homens, Deus encontrou um homem fiel, chamado Noé. Deus mandou que ele construísse uma Arca onde ele entrou com a sua família e os animais.
10 Noé se tornou então o segundo patriarca (pai) da humanidade através dos seus três filhos: Sem, Cam (Cão) e Jafé que repovoaram a Terra. Os povos descedentes deles eram: egípcios, sumérios, acádios, assírios, caldeus, hebreus, hititas, medos, persas, chineses, hindus, cretenses, fenícios, gregos e romanos.
Os egípcios são descendentes de Cão. Deixaram a Caldéia em 5.000 a.C para formarem o Egito no nordeste da África.
Os acádios eram também descendentes de Cão. Vieram da Síria em 4.000 a.C para a Baixa Mesopotâmia onde já acharam os sumérios que foram dominados e em 2.600 a.C se uniram formando a Caldéia dos caldeus com a capital Babilônia localizada às margens do Rio Eufrates.
Os assírios eram também descendentes de Cão. Viviam mais ao norte da Alta Mesopotâmia. Nínive era a capital às margens do Rio Tigre.
Os chineses são também descendentes de Cão. Deixaram a Caldéia para povoarem a China.
Os hindus são também descedentes de Cão. Invadiram a Índia há 2.500 a.C. vindos da Caldéia, origem de todos os povos. Sua religião oficial é o bramanismo (Brama).
Os hebreus são descendentes de Sem. A sua pátria era Canaã ou Palestina. Foram dominados pelos caldeus, persas, gregos e romanos. Como rejeitaram a Jesus, foram dispersos pelo mundo despatriadamente. Em 1948 d.C foi criado o estado de Israel. Muitos judeus deixaram os países onde moravam e voltaram à pátria dos seus ancestrais, Israel, cuja capital é Jerusalém. Povo com pendores religiosos, e por isso mesmo superior a todos os outros povos por ser monoteísta ao adorar o Único Deus Verdadeiro (Jeová).
Os medos e persas era descedentes de Jafé. Detentores da cultura mundial. Povoaram as Ilhas do Mar Egeu, Ilhas do Mediterrâneo e parte da Ásia. Hoje em dia os descendentes de Jafé povoam todos os continentes e praticamente dominam o mundo todo.
Cretenses e fenícios eram também descedentes de Jafé. Viviam nas Ilhas do Mar Egeu (Creta e Fenícia), ao sul da Grécia, as quais invadiram desde 4.000 a.C. Os cretenses se estabeleceram na Ilha de Creta e os fenícios na Fenícia, país estreito da Ásia, entre a montanha do Líbano e o Mar Mediterrâneo. Fundaram a colônia de Cartago na África do Norte, perto da atual cidade de Túnis. A capital da Fenícia era Tiro. Seu principal rei foi Hirão II que mantinha boas relações de amizade com o rei Salomão, para o qual forneceu material e operários para a construção do famoso Templo de Jerusalém. Hoje faz parte do território do Líbano. A maior invenção dos fenícios foi o alfabeto.
Os gregos também são descendentes de Jafé e pertencem ao ramo indo-europeu. A Grécia é formada pela parte meridional da península dos balcãs e banhada pelos mares Jônio e Egeu.Os romanos também são oriundos de ramo indo-europeu e portanto descendentes de Jafé. Os primeiros descendentes dos três filhos de Noé queriam viver juntos, e então começaram a construir uma torre que alcançaria o Céu e uma cidade em volta. Mas isso não foi feito para a glória de Deus e contrariava os planos de Deus que queria que toda a Terra fosse povoada. Houve então uma confusão idiomática (Babel significa confusão). Foram fundadas ali várias línguas ou idiomas. Os grupos que se entendiam, se uniram e se espalharam pelo mundo.

terça-feira, 25 de março de 2008

Crônica 02 - A Criação do Homem e sua Queda – Gênesis 1:26, 27 e 3:1-13


V26, 27 - O homem foi criado no sexto dia. Os dias da criação eram formados por vários dias de 24 horas para que a Terra sofresse as modificações, as transformações e as adequações a fim de receber os seres viventes dos reinos vegetal e animal.
O homem compartilha a sua natureza tanto com Deus quanto com os animais. Ele é aparentado com os animais mas possui também a imagem de Deus. A imagem de Deus no homem se caracteriza pela comunhão entre ele e Deus e também pela inteligência dada por Deus para que ele possa dominar todos os animais. Os animais têm uma alma e o homem é uma alma.
V. 1-3 – A serpente simboliza as forças do mal que influenciaram aquela primeira família a pecar. Satanás usou aquele animal para colocar a mulher e o seu marido contra Deus: “É verdade que Deus proibiu vocês de comerem os frutos das árvores?” Eva respondeu dizendo que Deus era bom, pois os proibira apenas de comerem o fruto de uma das árvores para não morrer, porém dos outros frutos poderiam comer à vontade.
Ao comer os frutos da Árvore da Vida ou do Conhecimento, o homem perdia a inocência. Os frutos não matavam o homem fisicamente falando e sim espiritualmente, pois a desobediência a Deus é pecado e ele faz com que o homem perca a comunhão, a amizade, o bom relacionamento com Deus e assim o homem está morto.
V. 4, 5 – Deus se referia à morte espiritual e a serpente sabia disso, porém fez com que Eva pensasse que a morte fosse física. Fez também com que Eva se sentisse privada dos seus direitos de saber das coisas através de conhecimento advindo do fruto. Eva concluiu que Deus estava mantendo-os ignorantes e isso fez com que ela ficasse em dúvida e até ligeiramente revoltada com Deus.
V.6 – Eva tocou no fruto impusivamente pensando que seria fulminada. Como nada lhe aconteceu, ela comeu e deu ao seu marido.
V.7 - O casal vivia inocentemente e sem pecado. Dali pra frente a maldade entrou em seus corações, tanto é que descobriram que estavam nús. Que bela descoberta, será que compensou? Deus não é contra a sabedoria e o conhecimento. Ele ia dar para eles os conhecimentos evolutivos (como tem feito com todos nós através dos tempos), mas na hora certa.
V.8 – Adão e Eva se esconderam de Deus, como fazem todos aqueles que estão em pecado. Quando o crente perde a comunhão com Deus, ele perde a alegria, não canta, não ora, não louva, não prega o Evangelho, não participa da Ceia do Senhor. Acaba fugindo do Templo, da presença de Deus, se escondendo.
V.9 – Se esconder de Deus não resolve o problema do homem. Quanto mais ele se esconde, mais complica a sua situação diante de Deus. Deus sempre o encontrará e
V. 10 gritará: “Onde estás”? O homem deve responder: Eis-me aqui, Senhor; confessar todos os seus pecados a Deus. Deus se interessa pelo homem, Deus se preocupa com o homem, Deus ama o homem e Deus perdoa o homem. Ele está sempre de braços
V. 11 abertos para receber o homem de volta com muito amor e carinho.
V.12 – Adão colocou a culpa na sua mulher por ter comido do fruto proibido como fazem muitos hoje em dia. Encontram sempre uma desculpa para justificar a sua desobediência. Todos nós fomos afetados por aquela atitude de Adão e Eva. Já nascemos com o pecado congênito e não podemos nos livrar dele com os nossos próprios meios. SÓ POR JESUS.
V. 13 – Aquela mesma serpente que enganou Eva continua viva. Continua atuante, fazendo com que o homem amontoe fardos de pecados sobre si, além daquele já herdado de Adão. O homem é livre, tem livre arbítrio para escolher o seu caminho mas não é livre para escolher as conseqüências da sua má escolha. Pense nisso.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Crônica 1 – A Criação do Universo – Gênesis 1.1


Tem havido, ultimamente, muita especulação sobre a origem e criação do universo por parte dos cientistas e estudiosos em geral. Creio, todavia, que não há motivo para isso porque está explícito no primeiro verso da Bíblia Sagrada quem o criou, como e quando. Deus não entrou em maiores detalhes porque não há necessidade de o homem saber todos os mistérios de Deus, por enquanto.
A história da criação está muito bem explicada no primeiro livro da Bíblia, chamado Gênesis, que é o livro que trata do princípio do tempo, da matéria, do universo, da vida, da morte, do homem, da família, do pecado, da redenção...
Antes do primeiro verso da Bíblia só havia Deus. Em dado momento Ele criou o universo e o tempo através dos movimentos dos corpos celestes. Esse movimento é chamado princípio. Segundo os estudiosos, o universo foi criado há 12 bilhões de anos, 50 bilhões, 70 bilhões, mas tudo isso não passa de especulações. Ele foi criado por causa do homem, para o homem. O universo não é eterno porque não é partícula de Deus, mas o homem é.
Bíblia significa Livros, porque ela é composta de 66 livros canônicos (livros inspirados por Deus). A Bílbia é também conhecida por Escritura Sagrada, Sagradas Letras, Sagradas Escrituras, As Escrituras, Santas Escrituras, Palavra de Deus. Ela foi escrita em um período de tempo entre 1300 a 1600 anos, por 40 homens inspirados por Deus.
Os homens espirituais acreditam piamente na veracidade da Bílbia e na inspiração divina, os naturais todavia não; e sim que ela foi escrita por homens comuns por sua própria conta visando ganhar dinheiro pois religião é comércio e papel aceita tudo na visão deles.
A Bíblia é a narrativa autêntica da revelação de Deus; é a verdade que veio de Deus em Jesus Cristo para a redenção do homem; é o registro e a interpretação da auto-revelação de Deus ao homem; é a história da salvação.
Se a Bíblia não foi inspirada (soprada) por Deus, como poderia Moisés saber de coisas tão profundas, complexas e difíceis de se saber como a criação do universo, criação do homem, dilúvio e muitos outros feitos contidos no Gênesis?
A Bíblia é o livro mais lido no mundo, porém milhões de pessoas ainda não a leram. Muitas delas porque não são cristãs. Outras porque são proibidas pelos seus líderes religiosos. Outras ainda porque não têm condições de comprar um exemplar e finalmente há um grupo singular que acredita, mas não a encontra para comprar.A Bíblia é o livro do Cristianismo. Como pode o homem seguir a Jesus Cristo sem ler a Bíblia? Ela é a bússola do cristão. Sem ela não se chega ao Porto Seguro!

sábado, 22 de março de 2008

Li e Gostei

"Quando eu era criança, o material escolar não era essa maravilha de variedade e cores que existe hoje, para tornar o processo de aprendizagem mais agradável. Outro dia, estava numa loja e observava as borrachas. Lindas! Cheirosas! Coloridas! Apetitosas! Isso mesmo, dá vontade de comer. Ah, como eu gostaria de estar na escola agora, para usar esse fascinante mundo do material escolar. Há quarenta anos atrás, tudo era muito diferente. Eu me lembro de uma borracha formada de duas cores: vermelha, para apagar escrita à lápis; azul, para apagar escrita à caneta. Mas, essas eram usadas só pelos alunos de séries avançadas. Havia também as borrachas brancas. Quando você esquecia sua borracha, dependia da boa vontade de algum colega emprestar a você, ou utlizar as que ficavam na caixa de achados e perdidos que a professora deixava usar. Eu tinha um sério problema com borrachas... ou melhor, com erros... Quando eu errava, queria que a borracha fizesse um excelente trabalho, apagasse por completo o escrito, pois eu não queria que a professora visse que eu havia escrito coisa tão estúpida anteriormente. Se eu usasse a borracha errada, mesmo que eu apagasse e apagasse e apagasse... lá estavam as marcas do meu erro e aquilo me enstristecia e me irritava. E eu usava mais e mais força, ferindo o papel com a borracha, o que resultava num buraco horrivel. Muitas vezes, eu chorava, porque agora, não só a professora veria o erro, mas todo mundo podia vê-lo, e também colocar o dedo na cratera.
Mas, havia uma borracha especial. Ela era branquinha, macia... Esse era o segredo, a maciez. Outras também eram brancas, mas isso não fazia delas boas borrachas. Só aquela que era branca e macia conseguia apagar os erros completamente, limpando a folha sem deixar as marcas feias do passado obscurecerem a nova escrita.

Por mais estranho que possa parecer, essa recordação me trouxe à mente a pessoa de Jesus. Nossa vida está cheia de erros e muitas vezes temos tentado apagá-los, usando borrachas coloridas, borrachas caras, ou mesmo uma borracha branca, porém elas não estão resolvendo o problema... Borrachas erradas! Por mais que nos esforcemos, lá estão os velhos sinais acusadores. E se usarmos da força e da violência, resultará num buraco profundo cheio de aflição. Impossível de se esconder.
Mas quando deixamos Jesus limpar esses erros, Ele atua de tal maneira que limpa completamente. Mesmo os mais profundos e horrorosos erros são eliminados da nossa folha de papel para sempre. E sabem por que? Porque Jesus é macio, sim ele diz: “sou manso”. Ele é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.
“Diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” Is. 1:18.
“Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro. Isa 43:25
Que maravilha! Brancos com a lã! Erros apagados, nem sombra das acusações. Nada! Mas... como pode ser isso? Quando eu usava a borracha branca e macia, podia ver depois do papel limpinho, que a sujeira do meu erro havia passado para a borracha... Assim ocorre também com Jesus: “Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados.” 1Pe 2:24. “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado.” I Jo 1:7
Sou grata a Deus por ter enviado Jesus, pois eu já experimentei do seu amor salvador e tive meu pecado apagado. Nada me acusa mais diante de Deus. Não há voz interior nem exterior para expor os meus erros nem tão pouco colocar o dedo na ferida, porque não há mais ferimento. Está sarado pelo sangue que nos dá a vida.
Aleluia! Louvado seja Deus e Jesus Cristo nosso Salvador.
Que o Senhor a todos abençoe. Amém!"

(Silvana Rego - o galho nunca cai muito longe da árvore)

RAUL SOARES-MG cidade adotiva


Os primeiros habitantes desta terra foram os índios Boachás, que povoavam as ricas montanhas do córrego que hoje herdou esse nome. Os Primeiros posseiros foram Domingos de Lana e Cassimiro de Lana, que aqui chegaram em 20 de janeiro de 1837, vindos de Mariana (MG). Depois que expulsaram os índios de suas terras, tomaram posse das ricas montanhas do Córrego do Boachá deixando aqui seus colonos para manter a posse das mesmas. Em 1841 venderam essas terras a Francisco Alves do Vale, que ali se fixou com sua família. Os Filhos deste, José, Jacó, Francisco e Manoel Alves do Vale, depois da morte do pai, doaram parte de suas terras ao patrimônio da capela de São Sebastião (Minas Gerais em 1925). A primitiva capela foi fundada pelo Pe. Francisco Antônio de Carvalho, que era vigário de São Pedro dos Ferros e passou a residir junto à capela que criara. Por escritura de 29 de Outubro de 1873 João Pinto de Oliveira aumentou o patrimônio, doando cinco alqueires de terras. O povoado que ali se formou, chamou-se São Sebastião do Entre Rios, pelo fato de localizar-se entre os rios Matipó e Santana. O povoado foi crescendo lentamente e, em 1902, a Câmara Municipal de Ponte Nova, criou o distrito de Rio Casca, e só em 1923 que tornou-se município recebendo o nome de Vila Matipó.
Em 1924 passou a cidade e recebeu o nome de Raul Soares, em homenagem ao então Governador do Estado, o advogado, escritor, jurista, político e professor Dr. Raul Soares de Moura, empossado em 7 de Setembro de 1922 e falecido antes do término de seu mandato devido a problemas cardíacos.
A criação do município de Raul Soares foi autorizada pela Lei Estadual nº 843 de 7 de Setembro de 1923. Já a consolidação (de município) haveria, primeiramente, de se constituir o conjunto de indivíduos para compor os poderes executivo e legislativo. Em outras palavras, constituir a Prefeitura e a Câmara de Vereadores formando, com o povo, a municipalidade desejada e criada.
Então, o novo município de Matipó foi instalado solenemente em 20 de janeiro de 1924 com a posse dos primeiros vereadores eleitos ou instalação da primeira câmara municipal, com mandato de 20 de janeiro de 1924 a 16 de maio de 1927: Joaquim Milagres Sobrinho (que presidiu a sessão inaugural, como o vereador mais votado), João Domingos da Silva, Raymundo Raphael Coelho, José Maria de Souza, Francisco Costa Abrantes, Joaquim José da Silveira e Carlos Gomes Brandão. Assumiu o governo do novo município, o vereador Raymundo Raphael Coelho, eleito presidente da câmara municipal. Naquela época não havia prefeito, cabendo ao presidente da câmara a dupla função.
Portanto, dia 20 de janeiro é o dia da independência, dia do aniversário de emancipação política e administrativa do município que em 19 de Setembro de 1924 mudou a denominação de Matipó para Raul Soares. É, também, o dia do padroeiro São Sebastião.
A cidade é sede da Industrial São Sebastião SA, fabricante das famosas ferramentas Tarza, consideradas as melhores do gênero no Brasil e exportadas para várias partes do mundo, como para os países do Mercosul, Reino Unido e Estados Unidos; também possui expressiva produção de café, que é exportado para vários países - ou seja, Raul Soares é uma cidade exportadora, em que considerável parte de sua produção industrial e agrícola é enviada, geralmente, para todo o mundo. A cidade possui um recanto natural onde vivem centenas de garças, o Paraíso das Garças, lugar de extrema beleza, um dos lugares mais belos desta cidade que honrosamente tem o nome de um dos maiores mineiros de todos os tempos - Raul Soares. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Soares)

POJUCA-BA - Minha cidade natal



"Pojuca está localizada na região do Recôncavo, a 67 km de Salvador. Possui aproximadamente 30 mil habitantes e tem como rodovias de acesso a BA-93,BA-504, BA-507. Os municípios limites de Pojuca são: Catu, Alagoinhas e Araçás ao Norte; Mata de São João, ao Sul; Itanagra ao Leste e São Sebastião do Passe ao Oeste.
Com uma área de 295 Km², o município de Pojuca tem dois distritos, o da sede e o do Miranga. O município é pouco acidentado, apresentando pequenas elevações ao oeste. Os principais acidentes geográficos são os rios Pojuca, Catu e Quiricó. A cidade tem um clima temperado, com a temperatura média de 25.7ºC,
O petróleo e o gás natural são as riquezas de maior evidência. Por conta disso, a cidade já recebeu o título de Rainha do Petróleo. A Petrobrás instalou em 1962, no povoado de Santiago, a unidade de Absorção de Planta de Gasolina Natural.
A agricultura, pecuária, comércio, extração de petróleo e gás natural, indústrias, principalmente de minérios, comércio e serviços, são as atividades econômicas do município de Pojuca.
De acordo com os dados da Sefaz - Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, as atividades que mais geram ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria) em Pojuca, são: extração e tratamento de minerais, indústrias de minerais não metálicos, metalurgia, indústrias de espumas, colchões e estofados, mecânica, agricultura e criação de animais, serviços de transportes, serviços comerciais, comércio atacadista e varejista." (http://www.pojuca.ba.gov.br/cidade/perfil.asp)